Joinvilense, 26 anos, Dayana Trindade inspirada por experiências marcantes surge dos bastidores para nos presentear com sua bela voz e composições inéditas de sua própria autoria. Imprimindo personalidade, ela deixa aflorar o que possui de melhor, trazendo em seu trabalho um toque sutil de garra, alegria e fé.
A música, Day descobre ainda pequenina. Filha de Gerson Trindade e Diane M.H. Trindade registra suas primeiras inclinações musicais aos olhos da mãe, que conta vê-la cantando sempre, ao chegar da aula, brincando no balanço, e com prazer acompanhava a filha na melodia das canções.
Dos 10 aos 14 anos, a menina que todas as tardes subia com o irmão no pé de goiaba do quintal e lá ficava horas e horas observando as coisas do alto, começa a dar voos, ainda que pequenos, mas que a dariam anos depois, estrutura para fazê-la voar em lugares mais altos. Participou do coral infanto-juvenil da Primeira Igreja do Evangelho Quadrangular, onde sempre congregou. Também marcou presença no Coral do Colégio da primeira até a quarta serie do ensino fundamental, apresentando música solo em datas comemorativas. Neste período fez aulas de canto e teclado. A partir daí, se integrou ao Ministério de louvor da Igreja, como backing vocal e mais adiante já dirigia a congregação à adoração.
Aos 15 anos começou a trabalhar na empresa do pai, cursando o ensino médio à noite. Nesta fase, teve uma breve e relativa experiência, cantando profissionalmente ao lado de Livingsthon Farias, onde fez sua primeira viagem ao Rio de Janeiro e com Pamella Suellen, em uma das divulgações do seu primeiro disco MEU CAMINHO É TEU.
Aos 18 anos, ainda confusa com relação às escolhas, prestou vestibular para Artes Visuais, mas não foi aprovada, e embora mostrasse aptidão nesta área, a música lhe falava mais alto. Foi então que vieram dois anos através dos quais a intimidade com o Senhor levou-a a saltar mais alto, fazendo-a dedicar-se apenas ao trabalho na igreja local, ministrando Louvor e Adoração e esporadicamente cantando sozinha em congregações... Uma verdadeira escola de treinamento.
Mas a necessidade de estar num ambiente acadêmico bateu forte. Surgiu aí um grande conflito entre fazer Teologia e Faculdade de Psicologia. Sempre com o apoio da família e decidida, em 2003 ingressou no curso de Psicologia. Paralelo a este, muitas composições foram surgindo e somando com as demais que o Espírito Santo já havia lhe inspirado desde o começo da adolescência.








